Escola Secundária Alberto Sampaio

 

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Um Poema Geométrico

 

Estava um dia, sisudo, talhado e sempre certeiro,

O nosso amigo Quadrado

Perdido de amores por aquela

Que se soube, chamar-se-ia

A doce Trigonometria!

O Quadrado, coitado, andava,

Suspirando em rectas infinitas,

De tão enamorado,

Arredondavam-se-lhe os cantos!

E os ângulos, coitados!

De rectos, já pouco tinham!

De resto, carecia de coragem,

Para a sua amada se declarar

Mas era certo, concerteza,

Que por ela, nada temia,

Tudo poderia enfrentar.

Juraria naquele lugar,

Enquadrar todos os Círculos,

Esses libertinos! Sempre a girar!

Cansado que estava de tormentos,

Com fúrias de gritar aos 7 ventos,

Procurou se aconselhar.

O Rectângulo, sempre amigo,

Confortou-o, e encorajou-o,

Com uma palmadinha nos ângulos

Aconselhou-o a encontrar Trigonometria

-“Quadrado meu rico amigo,

Era justamente o que eu faria!”

E o Quadrado lá foi,

Aprumado e de cantos afiados,

Mas o coitado foi infeliz,

É que a Trigonometria,

Segundo se diz,

Só gostava de Triângulos!

 

Cristina Freitas

In No Sotão do Pensamento II

 

 

Página criada por Jorge Freitas